Diego Dutra Deputado Federal 2279
 




 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 00h28
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   Nascido no ano de 1985, na cidade  de Nova Iguaçu,Diego Dutra surge como  esperança para renovação da política carioca.

    Professor de Matemática a 6 anos, formado pela Universidade Gama Filho, funcionário

dos Correios a 4 anos e Membro da Comunidade Evangélica Resplandecente Estrela da manhã (C.E.R.E.M.) Comendador Soares.RJ




PROPOSTAS

* Melhoria e investimento  na saúde Pública com a regulamentação da emendas 29, que estabelece percentuais obrigatórios para aplicação no setor;

*Implantar 1 Posto de Saúde e 1 Creche para cada 10.000 habitantes do seu município;

*Implantar para as famílias o acesso as vitaminas C nos Postos de Saúde;

*Modernização e melhorias dos Transportes Ferroviários;


* A volta da Educação em tempo Integral (das 8h as 17h);


* Garantir vagas nas Faculdades Públicas para os alunos que concluíram o Ensino Médio nas escolas públicas e investir muito mais na Educação das Faculdades Públicas;


* Descontos de 50% nas farmácias para idosos a partir de 65 anos, nas compras de seus medicamentos;


* Trazer de volta a grade curricular a disciplina OSPB ( Organização Política e Social
Brasileira);


* Defender a sociedade, para que o PNDH3 (Programa Nacional de Direitos Humanos 3) não seja aprovado, este terrível projeto propõe a legalização do casamento homossexual e o aborto, entre outros.

*Defender a implantação de Banco de DNA para facilitar o acesso de filhos e pais desaparecidos;

*Aperfeiçoar o Estatuto da Criança para crimes que ferem os direitos da criança e do adolescente;

*Que os royalties do Pré-sal fiquem no estado produtor, atendendo, assim à sua função indenizatória pela degradação ambiental;

*Criação de Políticas Públicas  para a infância , juventude e Mulheres;

*Valorização do serviço público e qualificação dos servidores, melhoria de sálarios;

*Comprometimento com políticas púplicas para a ampliação da participação da Mulher na sociedade;

* Acompanhamento e fiscalização dos recursos aplicados na copa 2014 e nas Olimpíadas 2016;

*Acompanhamento  do investimento em Transporte, Turismo e Esporte;

*Melhoria do Transporte no Estado;

*Aumentar a atividade física  na escola.



 



 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 00h25
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 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 23h47
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Esporte

Copa do Mundo e Olimpíadas geram investimento na cidade!


O Rio de Janeiro está em foco no mercado esportivo. Com dois grandes eventos mundiais se aproximando, a cidade se movimenta para gerar negócios, crescer em estrutura e em número de turistas. Tanto a Copa do Mundo no Brasil – que terá a final realizada na cidade carioca – quanto as Olimpíadas de 2016 trazem expectativas para empresas que atuam na região. Toda esta atmosfera faz com que profissionais de Marketing pensem no desenvolvimento da cidade como marca. Neste caso, uma boa estratégia de Branding permite que o Rio de Janeiro se destaque no cenário mundial, conquiste admiradores e cresça tanto em estrutura quanto em economia.

Os eventos já trazem por si só uma oportunidade para que a capital do estado recupere pelo menos parte das empresas que debandaram para São Paulo nos últimos anos. Com investimento em projetos na cidade, as empresas usam o Marketing para associar a sua marca a uma cidade em evidência, que está sendo procurada por potenciais consumidores no mundo todo.

De acordo com dados da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Lazer do Rio de Janeiro, serão cerca de 500 mil turistas na cidade durante a Copa de 2014. Além da melhoria na infraestrutura, nas instalações esportivas, no transporte e na segurança da cidade, estes eventos dão o pontapé para que as marcas encantem o torcedor com ações diferenciadas e projetos inovadores.



Categoria: Esporte e Lazer
 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 23h27
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Esporte

Investimento para melhorar serviços e profissionais
É difícil mensurar o retorno que uma Copa do Mundo e uma Olimpíada dão ao país-sede. Os benefícios principais e mais percebidos pelo público, tanto com a Copa quanto com as Olimpíadas, é o credenciamento mundial da cidade ou país em termos de estrutura e uma inegável promoção internacional de seus serviços. Porém, para as empresas, os mega eventos vão além das projeções regionais. “Haverá a modernização da infraestrutura dos negócios e uma consequente qualificação dos serviços”, afirma Márcia Lins, Secretária de Estado de Turismo, Esporte e Lazer do Rio de Janeiro.

O principal pilar que deverá reger as ações de Marketing durante estes eventos é atender os visitantes. Para realizar esta tarefa serão feitos investimentos em equipamentos modernos e em novos empregos. “A cidade certamente crescerá na área de hotéis, de alimentação, de publicidade e também de seguro”, diz Márcia. Para oferecer qualidade de vida para os moradores e os turistas, a Unimed-Rio desenvolveu o Circuito Unimed-Rio. O site traça circuitos para exercícios físicos de acordo com a localidade do internauta na cidade carioca. “Este projeto foi beaseado na premissa de que o Rio de Janeiro é um consultório a céu aberto”, diz Stephan Younes, Gerente de Marca da Unimed-Rio.

Estrutura, transporte e serviços já estão na mira de investidores. Mas pouco se fala no material humano que estará por trás destes projetos. Para atender de forma satisfatória os quesitos de organização e divulgação destes grandes eventos, é preciso dispor de um bom time. “Esta será uma oportunidade para investir em qualificação e formação de novos profissionais”, ressalta a Secretária.

Branding para o Rio
O discurso está pronto, mas a cidade ainda não. A demora no início das obras arranha a imagem do Rio de Janeiro e, para que isso não aconteça, Ana Couto, CEO e Diretora de Criação da Ana Couto Branding & Design, sugere um trabalho de branding com a marca Rio de Janeiro. “A Olimpíada não pode ser um objetivo pontual para investir na imagem do Rio de Janeiro. Fazer branding é capitalizar hoje o valor da cidade no longo prazo”, ensina Ana.

A busca pela identidade de uma cidade faz com que esses lugares se transformem em marcas. Assim como no mercado, algumas delas são promovidas estrategicamente e outras acidentalmente. O mais importante para a definição de uma marca é entender e saber o que quer coletivamente e o que ela representa. “O maior desafio do branding para as cidades é o alinhamento entre cidadãos, empresários e investidores. No Rio, é preciso definir uma proposta de valor da marca, alinhar o papel do Governo e da sociedade, além da gestão do ambiente da marca no longo prazo”, aponta Ana Couto.

Visão comum de futuro, mudança na percepção do lugar e imagem consistente são alguns dos benefícios que uma estratégia de branding oferece para as cidades. “Desta forma a cidade protege sua imagem contra estereótipos, valoriza a autenticidade e a história do lugar, além de atrair turistas, investidores e novos negócios”, avalia a CEO da Ana Couto Branding & Design.

Eventos também trazem problemas

Realizar eventos de grande porte como as Olimpíadas não traz apenas vantagens. Vale lembrar que o destaque internacional do país acarreta em uma pressão por resultados interna e externa maior que o normal. Além disso, é preciso entender que, apesar de ser uma grande oportunidade para as empresas se destacarem, é comum o discurso ser diferente da realidade dos fatos. “Todos dizem que colocarão dinheiro no Rio de Janeiro. O problema é que a verba investida não garante os benefícios e a qualidade na entrega dos projetos”, analisa Rafael Liporace, Diretor Executivo da Biruta Mídias Mirabolantes.

Outro problema é a necessidade de instruir, educar e engajar a população carioca em prol da melhoria da qualidade de seus serviços e estrutura. Neste caso, o ideal seria uma união do Governo, das marcas anunciantes e da população. Mas aí surge uma nova dificuldade. “No Brasil, isto é mais complicado porque as marcas têm medo de se associar ao poder público por conta da corrupção”.



Categoria: Esporte e Lazer
 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 23h24
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Transportes

Diego Dutra diz:

  O Rio precisa de investimentos pesados no transporte.

O Rio precisa de mais projetos viários , rodovias . metroviário e ferroviários . O Rio precisa de melhorar o controle do trânsito. O Rio precisa de um aeroporto decente. O Rio precisa de tudo em matéria de transporte público. Espero que  o Rio possa ser um exemplo de transporte público de qualidade.




Categoria: Transporte
 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 23h14
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Transporte

   A situação do transporte público no Rio de Janeiro continua grave, fato que pode ser constatado a "olho nu" e comprovado , recentemente divulgada na imprensa carioca, que aponta o transporte por ônibus como detentor de 70% desse mercado e os trens e o metrô respondendo por ridículos 7%. As vans abocanham 18% do mercado de transporte público da cidade, o que é altamente preocupante.

     O metrô carioca tem uma extensão de apenas 38 km e transporta cerca de 550 mil passageiros por dia, com um intervalo entre trens de abursos 6 minutos, fora de qualquer padrão de transporte metroviário. Para o leitor ter idéia, o metrô de São Paulo, com extensão de 61 km, opera com intervalos entre trens que variam de 1m40s à 4 m11s e transporta perto de 3,5 milhões de passageiros por dia.
Os trens urbanos da SuperVia transportam 500 mil passageiros por dia, com intervalo entre trens de 7 minutos.

    O ônibus cariocas transportam quase 4,5 milhões de pessoas por dia e não atendem totalmente a demanda existente na região metropolitana, pois faltam itinerários para atingir todos os locais onde há passageiros precisando de transporte. Aí que entram as vans, que também concorrem nos corredores que os ônibus atuam.
Realmente, a situação do transporte público no Rio de Janeiro é preocupante, ainda mais que falta pouquíssimo tempo para a Copa do Mundo e Olimpíadas e nada sai do papel.

 



Categoria: Transporte
 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 23h02
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 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 22h33
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Sálario

O salário médio do professor brasileiro em início de carreira é o terceiro mais baixo em um total de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento comparados em um estudo da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) divulgado no sábado em Paris.

Segundo o estudo, apenas Peru e Indonésia pagam salários menores a seus professores no ensino primário - que equivale a 1ª à 6ª série do ensino fundamental - do que o Brasil. O salário anual médio de um professor na Indonésia é US$ 1.624. No Peru, esse valor chega a US$ 4.752. No Brasil é de US$ 4.818. O valor no Brasil é metade do encontrado nos vizinhos Uruguai (US$ 9.842) e Argentina (US$ 9.857) e muito abaixo da média dos países desenvolvidos, onde o maior salário nesse nível de ensino foi encontrado na Suíça (US$ 33.209).

O resultado do Brasil melhora um pouco quando se compara os salários no topo da escala de professores do ensino médio. Nesse nível de ensino, há sete países que pagam salários mais baixos do que o Brasil, em um total de 38.

Para chegar a esses valores, a Unesco usou 99 como ano para comparação. Os valores em dólares foram calculados considerando o PPP (sigla em inglês para poder de paridade de compra). Esse indicador leva em conta o custo de vida em cada país. Por isso, o salário em dólar de um professor, segundo o estudo, não pode simplesmente ser convertido para real com base na cotação oficial.

"A formação dos educadores é praticamente feita por eles mesmos. Quem ganha tem de assumir até três empregos e não pode se dedicar. Há relação direta entre salário do professor e desempenho dos alunos", diz Juçara Dutra Vieira, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação. Em São Paulo, o acúmulo de aulas em escolas públicas chega a 64 aulas semanais.

Os autores do estudo citam como um problema comum em quase todos os países o aumento da relação de alunos/professor em sala de aula. Esse e outros fatores, segundo a Unesco, contribuem para a decadência das condições de trabalho e desencorajam novos professores.

Segundo a Unesco, o estudo deixa claro que em países em que as condições de trabalho dos professores são boas, a qualidade da educação tende a ser melhor.

No caso da relação de alunos/ professor, o estudo citou também dados de países muito pobres. Em alguns deles, como Congo, Moçambique e Senegal, a relação chega a 70 alunos/professor.

Na comparação entre nações desenvolvidas e em desenvolvimento - o que deixa de fora a maioria dos países da África e os mais pobres da Ásia - o Brasil também tem um resultado muito inferior à média das demais.  De um total de 43 países onde foi possível comparar o indicador, o Brasil apresentou a sexta maior média de alunos/professor no ensino primário: 28,9.

No ensino médio, o Brasil tem a maior relação (38,6) na comparação com 33 nações desenvolvidas e em desenvolvimento.

O número total de países comparados varia conforme o indicador porque alguns deles não têm estatísticas para comparação.

Para Unesco, Brasil paga pouco a professor

Segundo o diretor do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério), Ulysses Cidade Semeghini, o MEC tem tentado fazer com que seja adotado um aumento efetivo nos salários.

O fundo redistribui recursos a Estados e municípios de acordo com o número matrículas. Por lei, 60% da verba deve ser gasta com remuneração de professores.

 



Categoria: Educação
 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 22h06
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SITES OFICIAIS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES DESAPARECIDOS

Ministério da Justiça: http://www.desaparecidos.mj.gov.br

Crianças desaparecidas em SP: http://www.policia-civ.sp.gov.br/desap/desap_lista.asp?tipo=1&pagenumber=1

Crianças desaparecidas – RJ:  http://www.fia.rj.gov.br/SOS.htm

Minas Gerais: http://www.desaparecidos.mg.gov.br

Paraná: http://www.pr.gov.br/policiacivil/sicride/criancas_desaparecidas.shtml

Rio Grande do Sul: http://www.desaparecidos.rs.gov.br/

Goiânia-GO: http://www.goiania.go.gov.br/html/sosdesaparecidas/sos.htm

O número nacional para informações sobre crianças desaparecidas é o Disque 100.



 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 21h50
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Diga Não a Erotização 

 

 

 



 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 21h19
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Diga Não a Erotização.

‘Erotização Precoce’

  Por audiência Jovens exibem seu corpo na internet.

Autoridades não sabem como combater a moda que cresce entre os adolescentes.

Autoridades não sabem como combater a moda que cresce entre os adolescentes

O programa usado para as transmissões é o Twitcam – software integrado ao Twitter, no qual os usuários podem acompanhar o número de pessoas que assistem à transmissão e os comentários feitos na rede. Assim, a interação ocorre em tempo real – e não são raras as coações de conotação sexual mesmo quando os jovens do vídeo afirmam ter menos de 14 anos.

Entre as práticas mais comuns há a promessa de tirar uma parte da roupa quando os espectadores ultrapassarem um certo número. Há até comunidades no Orkut que listam os endereços eletrônicos de transmissões dos adolescentes e incitam outros visitantes a acessarem os links para aumentar a audiência. Os mesmos grupos chegam a divulgar regras básicas para os voyeurs – como, por exemplo, não constranger as meninas para não assustá-las ou xingar quem está tirando a roupa muito devagar.

Na semana passada, um caso desse tipo teve repercussão nacional, mas é apenas a ponta do iceberg. Dois adolescentes gaúchos foram apreendidos após se masturbarem diante da câmera do computador. Os pais, que não sabiam de nada, ficaram boquiabertos. Os jovens estão sujeitos a cumprir medida socioeducativa. O Ministério Público Federal prometeu ir atrás de todos que baixaram as imagens.

Novidade

A situação é tão nova que as próprias autoridades não sabem como combatê-la. O MPF agiu no caso do Rio Grande do Sul por causa da repercussão, mas reconheceu que não fazia ideia de que essa prática de autoexibição fosse tão comum.

Para o delegado Marcelo Bórsio, do Grupo Especial de Combate aos Crimes de Ódio e à Pornografia Infantil na Internet da Polícia Federal, a ação das autoridades pode esbarrar na falta de definição do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) em relação aos crimes cibernéticos. “Os sites são responsáveis pelos conteúdos transmitidos e devem ser acionados. Há brechas na lei que permitem que os espectadores visualizem as cenas sem serem responsabilizados”, afirmou.

Essa situação preocupa os pais. “É difícil controlar os filhos na internet. Mas no nosso tempo a gente fazia coisas que nossos pais nem imaginavam. As meninas ficam no quarto delas na internet e não sabemos o que está acontecendo”, diz o professor universitário Herom Vargas, pai de duas adolescentes, uma de 15 e outra de 12 anos.

Cena de sexo teve acesso de 26 mil pessoas

Porto Alegre – Na manhã de segunda-feira, quando acessou sua conta do Twitter, o delegado Emerson Wendt se deparou com uma enxurrada de denúncias. As mensagens alertavam sobre o ato de dois adolescentes de classe média, que se exibiram ao vivo na noite anterior em cenas de sexo, para mais de 26 mil pessoas, por meio da Twitcam.

Há pouco mais de um mês à frente da recém-criada Delegacia de Crimes Informáticos do Departamento de Investigações Criminais do Rio Grande do Sul, Wendt se deparou com o primeiro caso do tipo no Estado. A equipe fez uma busca em sites de relacionamento, blogs e fóruns e chegou à identidade do menino, que foi confirmada pelo banco de dados estadual.

Os adolescentes foram ouvidos e o inquérito segue com o Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (Deca). Ao mesmo tempo, Wendt busca identificar os responsáveis por divulgar os vídeos na internet e já chegou a pelo menos três pessoas que publicaram o vídeo para download. Se algum for maior de 18 anos, ficará configurado crime de pedofilia.

Na sexta-feira, Wendt recebeu uma lista com dez sites internacionais que disponibilizavam o vídeo – alguns já retirados do ar. Nesta semana, o delegado deve pedir auxílio à Policia Federal para contatar os administradores das páginas.

Depois de concluído, o inquérito será remetido ao Ministério Público. O rapaz de 16 anos e a menina de 14 podem ser enquadrados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que proíbe a produção e divulgação de cenas de sexo explícito com menores de 18 anos, e cuja punição pode ser a liberdade assistida ou a prestação de serviços comunitários. “O grande mote dessa situação é o aprendizado que fica em relação à superexposição na internet”, disse Wendt.

FONTE: GAZETA DO POVO

 



Categoria: Mulher, Jovens e crianças
 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 21h14
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 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 21h03
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Tráfico de Crianças

 92% dos casos são para fins sexuais

Rota de tráfico: meninas convidadas para trabalhar em casas de família são desviadas para prostituição.

O tráfico de crianças e adolescentes consiste no comércio de seres humanos para serem explorados sexualmente ou de outras formas de trabalho forçado. De acordo com estimativas das Nações Unidas, 92% dos casos de tráfico são para fins de exploração sexual. Em 2002, segundo os dados, pelo menos 150 milhões de meninas e 73 milhões de meninos foram forçados a manter relações sexuais ou submetidos a outros tipos de agressão íntima.

A lei que tipifica este tráfico como crime foi criada no Brasil em 2005, com a alteração do artigo 231º e inclusão do artigo 231-A do Código Penal. “A lei brasileira se adaptou ao Protocolo de Palermo, documento das Nações Unidas contra o crime organizado transnacional, em que o tráfico de pessoas recebeu atenção especial”, afirmou a advogada Leila Paiva.

      As pessoas precisam conhecer a lei brasileira e passar a denunciar os casos de tráfico através do disque 100. “Quando falamos de tráfico sexual, estamos falando de consentimento, mesmo aceitando o convite as pessoas são vítimas”.

     SP é destino de tráfico de adolescentes para exploração sexual

A cidade de São Paulo é um dos principais destinos do tráfico de adolescentes e crianças para exploração sexual.

A afirmação é do secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro. Em muitos casos, as meninas são atraídas de outros estados com a oferta de empregos falsos ou de carreira de modelo.- A situação na capital é grave. A região Sudeste, principalmente a ponte Rio-São Paulo, é um dos principais destinos do tráfico de crianças e adolescentes para exploração sexual. Nós precisamos acabar com isso, é uma responsabilidade de toda a sociedade – diz Pesaro.

Iludidas com propostas de emprego e de uma vida melhor na capital paulista, Yasmin, de 16 anos, e Bruna, de 13 — os nomes são fictícios —, acabaram vítimas de quadrilhas que traficam crianças e adolescentes para exploração sexual.

Somente no ano passado, a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) atendeu 1.348 casos de violência sexual contra meninas e meninos com idades entre 7 e 14 anos. Hoje, 340 menores estão em atendimento na rede municipal.

O tráfico de pessoas gera o ingresso anual de US$ 32 milhões em todo o mundo. Oitenta e cinco por cento desse dinheiro provem da exploração sexual, que apenas na América Latina e Caribe registrou 100.000 vítimas em 2006, segundo uma investigação recente da OIT.

O tráfico de pessoas é uma forma moderna de escravidão. Ele consiste em captar, transportar, abrigar e explorar pessoas com fins de exploração sexual, laboral (trabalho escravo) e para extração e tráfico de órgãos, em benefício de uma rede criminosa. A campanha põe em evidência que qualquer pessoa pode ser vítima do tráfico de pessoas, em especial mulheres jovens, crianças e adolescentes de comunidades carentes, população mais exposta a este perigo. Pessoas que ingressam legalmente em um país também podem cair em redes criminais de tráfico de pessoas.


     



Categoria: Mulher, Jovens e crianças
 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 20h57
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Violência Infantil.

Diego Dutra 2279 diz: Vamos Juntos Mudar essa Realidade.

 

 

 

 



Categoria: Mulher, Jovens e crianças
 Escrito por Diego Dutra 2279 Dep. Federal às 20h35
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